Tecnologia transformou a forma de pesquisar, comparar e decidir, fazendo o consumidor chegar mais preparado ao ponto de venda
Comprar um carro já foi uma atividade que começava, e muitas vezes terminava, na loja. O consumidor procurava anúncios nos classificados, visitava diferentes revendas, conversava com vendedores e fazia as comparações presencialmente. Hoje, boa parte dessa jornada acontece antes mesmo de sair de casa.
Com a internet, os marketplaces e o celular, pesquisar modelos, comparar preços e simular condições de financiamento passaram a fazer parte da decisão. Criado em Curitiba em 2003, o SóCarrão acompanhou essa transformação e hoje reúne cerca de 60 mil veículos anunciados por mês, mais de 1.500 lojas cadastradas e aproximadamente 1 milhão de acessos mensais, sendo quase 75% pelo celular.
“Quando o SóCarrão surgiu, colocar um veículo na internet já representava uma mudança importante na forma de vender. Hoje, o digital não é apenas onde o consumidor encontra o carro, mas onde ele começa a construir sua decisão”, afirma Guilherme Gibertoni, Head de Marketing, Produto e Negócios do SóCarrão.
A mudança também está no que o consumidor pesquisa. Se antes a busca se concentrava principalmente em marca, modelo, ano e preço, hoje entram na equação valor de entrada, parcela, financiamento, garantia, manutenção e desvalorização. No SóCarrão, ferramentas como busca por valor de parcela e simulador de financiamento acompanham essa nova etapa da jornada.
“A pergunta deixou de ser apenas ‘quanto custa esse carro?’ e passou a ser ‘quanto custa esse carro para mim?’. O consumidor está mais atento ao impacto da compra no próprio orçamento”, explica Gibertoni.
A loja física, por sua vez, não perdeu importância, mas sim mudou de lugar na jornada. O consumidor pode chegar ao ponto de venda já conhecendo o modelo, comparando ofertas e tendo uma ideia mais clara do quanto pretende gastar. O vendedor passa, assim, a exercer um papel cada vez mais consultivo.
“O consumidor não quer necessariamente eliminar o contato humano. Ele quer eliminar etapas que não agregam valor. Se já pesquisou o carro, comparou preços e simulou financiamento, espera que o contato com a loja seja mais objetivo e relevante”, avalia Gibertoni.
Para o executivo, essa transformação torna a jornada mais longa na pesquisa, mas mais objetiva na decisão. “A tecnologia não mudou apenas onde o consumidor compra. Mudou a preparação para a compra. Hoje, ele tem mais informação e ferramentas para fazer uma escolha mais consciente”, conclui.
Dica SóCarrãoPesquisar meu próximo carroCompare com calma, guarde as opções favoritas e tire todas as dúvidas antes de decidir.

